Belief overview

Veneração dos ícones

Os ícones podem ser venerados como expressão da encarnação e da comunhão dos santos.

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O que é: A tradição venera ícones de Cristo, da Theotokos, dos santos e de cenas bíblicas.

Como a tradição entende: A honra prestada ao ícone passa à pessoa representada e está ligada à realidade da encarnação. O ícone é visto como teologia em imagem e parte da vida litúrgica.

Base e contexto: O sétimo concílio ecumênico e a defesa de João Damasceno são referências decisivas.

Debates e variações: A principal controvérsia comparada aparece diante de correntes iconoclastas ou de forte desconfiança às imagens religiosas.

Supportive

João Damasceno, Apologia contra os Iconoclastas

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Defesa clássica das imagens sagradas em chave cristológica.

Referência: João Damasceno, Apologia contra os Iconoclastas.
Conteúdo: O texto defende a veneração dos ícones a partir da realidade da encarnação.
Uso no debate: É uma das obras mais importantes para a teologia ortodoxa dos ícones.

Segundo Concílio de Niceia (787)

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O concílio legitima a veneração dos ícones.

Referência: Segundo Concílio de Niceia, 787.
Conteúdo: O concílio defende a legitimidade da veneração dos ícones e condena o iconoclasmo.
Uso no debate: É fonte central para a teologia ortodoxa das imagens.

Contrary

Atos 10:25-26

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Pedro recusa gesto de prostração de Cornélio.

Quando Cornélio se prostra, Pedro o levanta e afirma ser apenas homem. Em debates sobre veneração dos santos, a passagem é usada para criticar práticas que pareçam ultrapassar a honra legítima e se aproximar de adoração. A resposta católica recorre à distinção entre culto devido a Deus e veneração relativa.