Exaltação e progresso eterno
A salvação plena inclui possibilidade de exaltação e continuidade relacional na eternidade.
O que é: A crença ensina que a redenção inclui não apenas ressurreição universal, mas também graus de glória e possibilidade de exaltação na presença de Deus para os fiéis plenamente reconciliados e vinculados a convênios específicos.
Como a tradição entende: A exaltação é tratada como forma mais alta de vida eterna. A linguagem histórica sobre deificação e progresso eterno é importante, embora nem sempre explicada do mesmo modo no ensino popular e acadêmico.
Base textual ou tradicional: João 17, Romanos 8, Doutrina e Convênios 76 e 132 são textos centrais no desenvolvimento da doutrina.
Contexto histórico: A ideia se desenvolveu gradualmente e se tornou uma das marcas teológicas mais distintivas do movimento.
Objeções comuns: Críticos entendem a doutrina como muito distante do monoteísmo cristão clássico ou como teologia especulativa.
Variações internas: A igreja atual tende a tratar o tema com formulações pastorais mais cuidadosas do que certas declarações teológicas antigas ou populares.
Supportive
Doutrina e Convênios 76
Visão dos graus de glória.
Referência: Doutrina e Convênios 76.
Conteúdo: A seção descreve diferentes reinos de glória e destinos escatológicos.
Uso no debate: É a principal fonte da doutrina dos graus de glória e da exaltação.
João 17:20-24
Oração de Jesus pela união e glória de seus discípulos.
Referência: João 17:20-24.
Conteúdo: Jesus ora para que seus seguidores participem de sua glória e união.
Uso no debate: É usado como apoio complementar em leituras sobre destino exaltado dos fiéis.
Romanos 8:16-17
Filhos de Deus e coerdeiros com Cristo.
Referência: Romanos 8:16-17.
Conteúdo: Paulo fala da filiação divina e de ser coerdeiro com Cristo.
Uso no debate: É usado em discussões sobre herança divina, exaltação e destino eterno.