Laicidade das instituições públicas
O Estado deve manter neutralidade entre crenças religiosas e não religiosas.
O que é: O humanismo secular costuma defender instituições públicas laicas e não confessionais.
Como a posição entende: Leis e políticas devem ser justificadas por razões públicas acessíveis a todos, sem privilégio estrutural de uma religião.
Base e contexto: O tema aparece em constitucionalismo moderno, direitos civis e crítica a confessionalismos estatais.
Debates e variações: Existem modelos mais rígidos ou mais cooperativos de laicidade, desde que preservem igualdade cívica.
A favor
Amsterdam Declaration 2002
Declaração internacional importante do humanismo contemporâneo.
Referência: Amsterdam Declaration 2002.
Conteúdo: A declaração define o humanismo como resposta ética, democrática e não teísta para a vida humana em comum.
Uso no debate: É uma síntese importante para pluralismo, liberdade de consciência e responsabilidade humana.
Declaração Universal dos Direitos Humanos, artigo 18
Base jurídica da liberdade de pensamento, consciência e religião.
Referência: Declaração Universal dos Direitos Humanos, artigo 18.
Conteúdo: O texto protege liberdade de pensamento, consciência e religião, inclusive mudança de convicção.
Uso no debate: É central para liberdade de consciência e pluralismo.
Humanist Manifesto II (1973)
Ampliação do projeto humanista em chave global e ética.
Referência: Humanist Manifesto II (1973).
Conteúdo: O texto enfatiza direitos humanos, democracia, liberdade sexual, paz, ciência e responsabilidade global.
Uso no debate: É central para temas de dignidade, ética secular e pluralismo.