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Rastafarianismo
Movimento religioso e cultural surgido na Jamaica, com forte ênfase em Etiópia, libertação negra, leitura bíblica própria e vida natural.
Visão geral: O rastafarianismo é um movimento religioso e cultural surgido na Jamaica no século XX, marcado por releituras da Bíblia, centralidade simbólica da Etiópia, crítica ao colonialismo, afirmação da dignidade negra e busca de libertação espiritual e social. Não se trata de tradição altamente centralizada: existem diferentes mansions, casas, lideranças e estilos de vida, com divergências significativas sobre teologia, prática ritual, alimentação, sacramentalidade da ganja e estatuto de Haile Selassie I.
Origem e desenvolvimento: O movimento tomou forma em ambiente de desigualdade colonial, nacionalismo negro, pensamento panafricanista e circulação de ideias associadas a Marcus Garvey. A coroação de Haile Selassie I na Etiópia em 1930 tornou-se evento decisivo para muitos primeiros rastas, que viram nela cumprimento profético ou sinal histórico-religioso. Ao longo do século XX, o movimento se expandiu por meio de comunidades, música reggae, ativismo, circulação transnacional e símbolos públicos como dreadlocks, cores etíopes e linguagem própria.
Crenças e temas centrais: Entre os temas mais comuns estão uso criativo e profético da Bíblia, Babilônia como símbolo de opressão, Sião como horizonte espiritual e histórico de restauração, especial reverência à Etiópia, valorização da identidade africana, crítica ao racismo, importância da alimentação ital, vida natural e, em algumas correntes, compreensão de Haile Selassie I como figura messiânica, divina ou régia singular. Nem todas as casas defendem as mesmas formulações.
Textos e autoridade: A Bíblia, especialmente em leitura afrocêntrica e profética, tem grande importância. Também pesam discursos de Haile Selassie, tradições orais, cantos nyabinghi, ensinamentos de anciãos, literatura rastafári e referências históricas ao panafricanismo. Não existe cânon secundário único universalmente obrigatório.
Práticas: O rastafarianismo pode incluir reuniões de reasoning, cânticos, tambores nyabinghi, leitura bíblica, cuidado com os cabelos em dreadlocks, alimentação ital, celebração da Etiópia, ênfase comunitária e em alguns grupos o uso ritual ou meditativo da ganja. A intensidade e forma dessas práticas variam bastante.
Debates e diversidade interna: Há divergências sobre divindade ou não de Haile Selassie, lugar de Jesus, relação entre retorno físico à África e libertação espiritual, disciplina comunitária, gênero, organização social e interpretação da Bíblia. Em estudos comparados, é importante distinguir dimensão religiosa, política, estética e musical sem reduzir o movimento a apenas uma delas.
Creencias de Rastafarianismo
Mira algunas creencias abajo:
Amor a Deus e ao próximo
O amor é apresentado como eixo ético central da vida cristã.
Babilônia como sistema opressor
Babilônia é símbolo de opressão colonial, racial, econômica e espiritual.
Diversidade de mansions e ausência de magistério único
O movimento não possui centro doutrinal único e convive com diferentes casas e autoridades.
Dreadlocks como sinal identitário
Os dreadlocks podem funcionar como compromisso espiritual, sinal identitário e resistência cultural.
Etiópia como Sião
A Etiópia funciona como centro simbólico, espiritual e às vezes político de restauração.
Existência de Deus
Deus é afirmado como inteligência suprema e causa primeira de todas as coisas.
Ganja em uso sacramental ou meditativo
Em parte do movimento, a ganja é tratada como auxílio ritual, meditativo ou sacramental.
Haile Selassie I como figura central
Haile Selassie I ocupa lugar singular, variando entre leitura messiânica, régia ou divina conforme a corrente.
Jah como nome divino central
Jah é invocado como nome central de Deus em muitas correntes rastafári.
Leitura profética da Bíblia
A Bíblia é lida em chave de libertação, identidade negra e restauração.
Libertação negra e dignidade africana
A restauração da dignidade negra é parte constitutiva do horizonte religioso do movimento.
Nyabinghi, canto e tambor
Canto, tambor e reasoning são meios centrais de expressão religiosa em muitas comunidades.
Oração e culto comunitário
A oração pessoal e comunitária é parte estruturante da vida cristã.
Panafricanismo religioso
A unidade africana e afro-diaspórica é entendida por muitos como dimensão religiosa e histórica.
Vida natural e ital
Muitas comunidades valorizam alimentação ital e estilo de vida natural.
Rastafarianismo no cree
Mira algunas creencias que Rastafarianismo niega:
Encarnação de Cristo
Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
Trindade
Um só Deus em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo.
No coincide ni discrepa
Mira algunas creencias que aparecen de forma indirecta, secundaria o ambigua en esta tradición:
Imortalidade do espírito
A personalidade humana sobrevive à morte do corpo.