Não violência e não resistência
A tradição rejeita guerra, vingança e uso da violência como ideal de seguimento cristão.
O que é: A não resistência amish afirma que o cristão deve evitar violência retaliatória, guerra e coerção letal.
Como a tradição entende: A resposta cristã ideal é marcada por perdão, mansidão, paciência, reconciliação e objeção de consciência em contextos militares.
Base e contexto: Essa postura deriva do Sermão do Monte e da herança anabatista da paz.
Debates e variações: Alguns autores distinguem entre pacifismo ativo e não resistência mais separada da esfera pública; diferentes ramos enfatizam nuances distintas.
A favor
1 Pedro 2:21-23
Cristo sofre sem retaliar.
Referência: 1 Pedro 2:21-23.
Conteúdo: Cristo é apresentado como exemplo de sofrimento sem violência retaliatória.
Uso no debate: É central para não resistência e paciência no sofrimento.
John Howard Yoder, The Politics of Jesus
Leitura influente sobre ética de Jesus, discipulado e não violência.
Referência: John Howard Yoder, The Politics of Jesus.
Conteúdo: A obra defende a normatividade ética de Jesus para a vida da igreja e a política cristã, com ênfase em não violência e discipulado.
Uso no debate: É muito influente em círculos menonitas e anabatistas, embora também discutida criticamente.
Mateus 5:38-48
Amor aos inimigos e não retaliação.
Referência: Mateus 5:38-48.
Conteúdo: Jesus ensina a não retaliar e a amar os inimigos.
Uso no debate: É uma das principais bases da não resistência amish.
Romanos 12:17-21
Vencer o mal com o bem.
Referência: Romanos 12:17-21.
Conteúdo: Paulo recomenda não buscar vingança e vencer o mal com o bem.
Uso no debate: Reforça a não resistência e a reconciliação.