Creencia en foco

Moralidade racional e universal

A moral é vista como acessível pela razão e não dependente exclusivamente de dogmas revelados.

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O que é: O deísmo costuma associar religião verdadeira a uma moralidade racional, universal e inteligível.

Como a posição entende: Virtudes como justiça, honestidade, benevolência e moderação podem ser conhecidas pela consciência moral e pela razão prática, sem necessidade de decretos revelados exclusivos.

Base e contexto: Esse tema se conecta a teorias modernas de lei natural, moral civil e ética iluminista.

Debates e variações: Alguns autores aproximam essa moralidade da lei natural clássica; outros a apresentam de forma mais humanista ou civil.

A favor

Benjamin Franklin, Autobiografia e escritos morais

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Fonte para moralidade prática e teísmo racional no mundo atlântico.

Referência: Benjamin Franklin, autobiografia e escritos morais.
Conteúdo: Franklin expressa teísmo racional, utilidade moral da religião e reserva diante de dogmatismos confessionais.
Uso no debate: É útil para moralidade racional e deísmo civil moderado.

Lord Shaftesbury e a moralidade natural

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Ligação entre ordem moral, razão e sentimento moral.

Referência: Shaftesbury, especialmente em Characteristics.
Conteúdo: O autor relaciona moralidade, harmonia e senso moral em quadro compatível com teísmo racional.
Uso no debate: É útil para moralidade racional e religião natural sem dogmatismo forte.

Rousseau, Profissão de fé do vigário saboiano

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Texto importante sobre religião natural e consciência moral.

Referência: Jean-Jacques Rousseau, Profissão de fé do vigário saboiano em Emílio.
Conteúdo: Rousseau defende relação religiosa fundada em consciência, ordem natural e sentimento moral, com crítica a sistemas dogmáticos rígidos.
Uso no debate: É fonte importante para deísmo moral e religião natural.