Moralidade imanente
A ética pode ser pensada em termos humanos, sociais e naturais, sem fundamento transcendente obrigatório.
O que é: O naturalismo frequentemente entende a moralidade como fenômeno humano enraizado em vida social, empatia, razão prática e história evolutiva.
Como a posição entende: Normas e valores podem ser elaborados a partir de bem-estar, cooperação, dignidade, reciprocidade e deliberação pública, sem depender de autoridade sobrenatural.
Base e contexto: O tema aparece em ética naturalista, humanismo secular e filosofia moral contemporânea.
Debates e variações: Persistem desacordos sobre se valores podem ser reduzidos a fatos naturais ou apenas emergem em contexto natural.
A favor
Humanist Manifesto III
Documento humanista compatível com moralidade e sentido imanentes.
Referência: Humanist Manifesto III.
Conteúdo: O texto articula dignidade humana, responsabilidade e vida ética sem fundamento sobrenatural obrigatório.
Uso no debate: É útil para moralidade imanente e sentido humano.
John Dewey, A Common Faith
Releitura naturalista de temas religiosos e éticos.
Referência: John Dewey, A Common Faith.
Conteúdo: Dewey propõe compreender valores, idealidade e experiência humana sem dependência de sobrenatural clássico.
Uso no debate: É relevante para moralidade imanente e sentido imanente da vida.
Paul Kurtz, The Forbidden Fruit
Naturalismo secular e ética humanista.
Referência: Paul Kurtz, The Forbidden Fruit e textos correlatos.
Conteúdo: Kurtz defende ética, ciência e vida humana em chave secular e naturalista.
Uso no debate: É útil para moralidade imanente e autonomia intelectual.