Direitos humanos universais
Direitos básicos pertencem a todos os seres humanos.
O que é: O humanismo secular valoriza direitos humanos universais como expressão institucional de dignidade e igualdade.
Como a posição entende: Liberdade, integridade, expressão, proteção contra violência, participação política e igualdade jurídica são bens que devem valer para todos.
Base e contexto: O tema se fortaleceu após lutas modernas por abolição, democracia, igualdade civil e proteção internacional de direitos.
Debates e variações: Há discussões sobre universalidade, colonialidade e prioridades políticas, mas o compromisso geral com direitos permanece central.
A favor
A. C. Grayling, For the Good of the World
Ética pública e humanidade comum em linguagem secular.
Referência: A. C. Grayling, For the Good of the World.
Conteúdo: Grayling argumenta por uma ética pública universalista baseada em humanidade comum, responsabilidade e razão.
Uso no debate: É útil para pluralismo, direitos e responsabilidade cívica.
Declaração Universal dos Direitos Humanos, artigo 1
Todos nascem livres e iguais em dignidade e direitos.
Referência: Declaração Universal dos Direitos Humanos, artigo 1.
Conteúdo: O artigo afirma liberdade, igualdade em dignidade e fraternidade entre todas as pessoas.
Uso no debate: É uma base importante para direitos humanos universais em linguagem pública não confessional.
Humanist Manifesto II (1973)
Ampliação do projeto humanista em chave global e ética.
Referência: Humanist Manifesto II (1973).
Conteúdo: O texto enfatiza direitos humanos, democracia, liberdade sexual, paz, ciência e responsabilidade global.
Uso no debate: É central para temas de dignidade, ética secular e pluralismo.
Neutral
Alasdair MacIntyre, After Virtue
Crítica filosófica à fragmentação moral moderna.
Referência: Alasdair MacIntyre, After Virtue.
Conteúdo: O autor critica a fragmentação das linguagens morais modernas e questiona certa autocompreensão liberal secular.
Uso no debate: É fonte de tensão importante, mas não simples rejeição, ao humanismo secular contemporâneo.