Crença em foco

Sentido da vida sem transcendência teísta

O sentido da vida pode ser construído em relações, projetos, conhecimento e responsabilidade humana.

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O que é: O ateísmo costuma afirmar que a ausência de Deus não elimina a possibilidade de sentido.

Como a posição entende: Sentido pode ser encontrado em amor, criação, ciência, arte, justiça, cuidado, liberdade e projetos coletivos ou pessoais.

Base argumentativa e contexto: O tema aparece em humanismo secular, existencialismo e ética laica contemporânea.

Debates e variações: Algumas correntes defendem sentido construído; outras aceitam certo absurdo cósmico sem desespero normativo.

A favor

Albert Camus, O Mito de Sísifo

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Obra central sobre absurdo e sentido sem transcendência.

Referência: Albert Camus, O Mito de Sísifo.
Conteúdo: Camus enfrenta a questão do absurdo e argumenta por lucidez e revolta sem recorrer a sentido transcendental teísta.
Uso no debate: É importante para debates sobre significado da vida sem Deus.

Jean-Paul Sartre, O Existencialismo é um Humanismo

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A ausência de Deus é articulada com responsabilidade radical humana.

Referência: Jean-Paul Sartre, O Existencialismo é um Humanismo.
Conteúdo: Sartre sustenta que, sem Deus, o ser humano deve assumir liberdade e responsabilidade por seus valores e escolhas.
Uso no debate: É fonte importante para sentido da vida e ética sem transcendência teísta.

Manifesto Humanista III

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Documento contemporâneo de humanismo secular.

Referência: Humanist Manifesto III.
Conteúdo: O texto afirma dignidade humana, responsabilidade ética, razão e busca de bem-estar sem teísmo normativo.
Uso no debate: É central para humanismo secular contemporâneo.

Contra

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Neutro

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