Deusa e Deus
Muitas correntes trabalham com uma polaridade simbólica ou devocional entre divino feminino e masculino.
O que é: Um grande número de tradições wiccanas fala em Deusa e Deus como formas principais de expressão do divino.
Como a tradição entende: Essa linguagem pode indicar duoteísmo ritual, politeísmo funcional, faces de uma realidade maior ou estruturas arquetípicas, dependendo da corrente.
Base textual e contexto: A polaridade divina aparece em liturgias, invocações e materiais formativos desde os primeiros desenvolvimentos da Wicca moderna.
Debates e variações: Nem toda prática wiccana formula a teologia do mesmo modo; há divergências sobre literalidade, centralidade da Deusa e multiplicidade de nomes divinos.
A favor
Doreen Valiente, Charge of the Goddess
Texto litúrgico muito difundido sobre presença e voz da Deusa.
Referência: Doreen Valiente, Charge of the Goddess.
Conteúdo: A peça litúrgica invoca a Deusa e articula temas de liberdade ritual, natureza, amor e mistério.
Uso no debate: É uma das fontes mais conhecidas para devoção à Deusa e imanência do sagrado.
Janet e Stewart Farrar, The Witches’ God
Obra complementar sobre figuras masculinas do divino.
Referência: Janet Farrar e Stewart Farrar, The Witches’ God.
Conteúdo: O volume explora nomes, símbolos e funções de formas masculinas do divino em contexto ritual moderno.
Uso no debate: É importante para a polaridade Deusa e Deus em várias correntes.
Janet e Stewart Farrar, The Witches’ Goddess
Obra sobre nomes, formas e atributos da Deusa.
Referência: Janet Farrar e Stewart Farrar, The Witches’ Goddess.
Conteúdo: O livro reúne materiais sobre múltiplas expressões do sagrado feminino na prática pagã moderna.
Uso no debate: É útil para diversidade teológica da linguagem sobre a Deusa.
Neutro
Ronald Hutton, The Triumph of the Moon
Estudo acadêmico de referência sobre história do paganismo moderno britânico.
Referência: Ronald Hutton, The Triumph of the Moon.
Conteúdo: A obra investiga a formação histórica da Wicca e do paganismo contemporâneo com abordagem acadêmica crítica.
Uso no debate: É central para discutir história, mitos de origem e desenvolvimento moderno da tradição.